terça-feira, 2 de novembro de 2010

Relação vs Amizade

"Com K.C. era mais uma… relação do que uma amizade. K.C. não era uma alma gémea. Era apenas uma pessoa suficientemente simpática, cujas opções de vida tinham levado a que o seu caminho se cruzasse com o de Georgia. E não havia nada de mal nisso, pois não?"

Kate Jacobs em o clube de tricô de sexta à noite

Ontem à noite enquanto lia antes de dormir, deparei-me com esta passagem no livro que estou a ler, e comecei a pensar sobre este assunto.


Eu falo muitas vezes disto porque não acredito em amizades perdidas, não acredito na perda de tempo de ter sido amiga de alguém que hoje por alguma razão já não faz parte da nossa vida. Acho mesmo que por pior que as coisas tenham terminado, por muito que nos tenhamos desiludido com aquela pessoa que julgamos amiga para todo o sempre vale sempre a pena.

Mas há pessoas diferentes na nossa vida, pessoas que ficam para sempre e pessoas que passam, marcam o nosso caminho e tem uma importância enorme mas que não são “uma alma gémea”, pelo menos não naquele exacto momento. E muitas vezes a culpa não é delas nem nossa, simplesmente algures na luta constante que é o dia-a-dia cada uma segue o seu caminho e vamos caminhando cada vez mais em direcções opostas.

XOXO S.

Obrigada!

Obrigada a todas vocês pelos comentários, pelos e-mails, por me fazerem recordar que há muito mais boas pessoas por aqui que más...


XOXO S.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

E agora?

E se a blogoesfera tem coisas muito boas também tem outras que são demasiado más para ser verdade…

Qual não é o meu espanto quando hoje ao chegar a casa e a deparar-me com um comentário anónimo feito no meu blogue há já algum tempo, que por razão desconhecida eu nunca tinha recebido, quando o tentei apagar ele encaminhou-me para o perfil da pessoa que tinha feito o comentário.


Se por um lado pelo menos fiquei a saber quem era a anónima, por outro nunca pensei que uma pessoa que passa por aqui e comenta simpaticamente muitas vezes pudesse escrever algo assim.

Não é que eu seja uma pessoa demasiado sensível e que ache o mundo todo muito cor-de-rosa, mas há coisas que não compreendo mesmo e me desiludem de uma forma assustadora. O que leva alguém a vir aqui dizer coisas simpáticas para depois fazer comentários de forma anónima completamente odiosos?

Isto é um “mundo” virtual e como tal a maioria de nós esconde-se por detrás do ecrã do computador, pelas mais variadas razões, logo não podemos dizer que nos conhecemos muito bem, mas há pessoas que temos em consideração, pessoas de quem até gostamos e custa saber que uma dessas pessoas vem para aqui de forma anónima ofender.

E pela primeira vez desde que criei este blogue sou obrigada a questionar-me, será que vale a pena? Será que ainda faz sentido continuar? Será que de cada vez que receber um comentário anónimo, que normalmente ignorava sem dar grande importância, vou ficar a desconfiar de tudo e de todos?

XOXO S.

P.S. Um enorme obrigada a todas vocês, do fundo do coração.

Saudades...

Passava a vida a queixar-me do pouco tempo de qualidade que eu e o M. tínhamos para estar juntos, mas agora que mal nos vemos tenho saudades dessa altura.


Por isso hoje vou aproveitar para matar as saudades, para namorar muito e aproveitar muito.

XOXO S.

domingo, 31 de outubro de 2010

Posso fugir?!

Nunca pensei que escrever uma tese de mestrado desse tanto trabalho, principalmente quando já fizemos mil e uma coisas antes bem complicadas, nomeadamente um projecto de fim de curso que não lembra ao diabo, com 4 estudos diferentes (comercial, laboratorial, engenharia e económico) que consistia em montar uma fábrica desde o inicio.
Mas a verdade é que esta tese está a deixar-me doida, não me apetece escrever isto e devido a mil e uma coisas a motivação é pouca também… resumindo estou a ficar maluca, doida varrida, avariada dos pirolitos…

XOXO S.

P.S. Olhar para folhas do Excel deste tipo dão vontade de fugir...

Colossal...

Seis suspeitos – Vikas Swarup, apesar de ter ali na estante o quem quer ser bilionário, como já vi o filme comecei por ler este que é o segundo livro do autor e a única coisa que me ocorre para dizer é FANTÁSTICO!

Um dos comentários que está no final do livro é “Colossal.” The Guardian, e a verdade é que penso que não há melhor palavra para o definir.

Colossal def.: espantoso, extraordinário…

Um dos melhores livros que li em toda a minha vida, maravilhosamente escrito, bem estruturado, muito, muito interessante e com relatos muito fiéis da Índia dos dias de hoje, fazendo com que fiquemos completamente envolvidos pela cultura indiana, é como se viajássemos até a Índia e víssemos tudo de perto.

É um policial muito diferente do que estamos habituados, mas é tão, mas tão bom que nem sei que mais posso dizer sem entrar em pormenores da história que estraguem a leitura a quem ainda quer ler, por isso limito-me a fazer uma confissão, desconfiei do assassino desde o inicio por um motivo que não posso revelar mas estiver 486 páginas assombrada por um monte de dúvidas.

Nota: 5/5 (merecia 6)


Sinopse:

Até mesmo no crime há um sistema de castas…

Vicky Rai, um playboy filho de um influente político indiano, mata a jovem Ruby num restaurante em Nova Deli apenas porque ela recusa servir-lhe uma bebida. Sete anos depois, Vicky é julgado e absolvido pelo seu crime. E decide celebrar com uma festa de arromba. Mas esta festa vai ter um final inesperado quando Vicky é encontrado… morto.

Entre os 300 glamorosos convidados, a polícia encontra seis pessoas estranhas e deslocadas naquele meio, todas elas com algo em comum: uma arma. Arun Advani, o mais famoso jornalista indiano, está decidido a descobrir o culpado. E, ao fazê-lo, revela-nos as incríveis e emocionantes vidas destes seis excêntricos suspeitos: uma sex-symbol de Bollywood com um segredo vergonhoso; o membro de uma tribo primitiva em busca de uma pedra sagrada; um burocrata corrupto que acredita ser o novo Gandhi; um turista americano apaixonado por uma actriz; um ladrão de telemóveis com sonhos grandiosos e um político ambicioso disposto a tudo. Cada um deles teve motivos mais do que suficientes para premir o gatilho.

E poderá o leitor confiar nas revelações do jornalista? Ou terá, também ele, algo a esconder?

Inspirado em acontecimentos reais, o muito aguardado segundo romance de Vikas Swarup é um livro de leitura compulsiva que oferece um olhar perspicaz sobre a alma e coração da Índia contemporânea.

XOXO S.

O primeiro amor...

Continuo a sentir-me emocionada sempre que vejo o despertar daquele primeiro amor na adolescência, aquele que achamos ser o amor para a vida toda…

É tão bonito ver aqueles olhares e sorrisos trocados de quem não sabe muito bem o que está a fazer, de quem está a viver tudo pela primeira vez. É no fundo um amor tão inocente sem bagagem e inseguranças, sem comparações e medos por experiências passadas.


É de todo o mais puro que aquelas pessoas vão sentir, não o maior, nem o mais intenso ou verdadeiro (apesar de haver casos em que dura para toda uma vida, mas generalizando) é no entanto o despertar para um sentimento novo, para o palpitar do coração, os frios na barriga, os arrepios na espinha…

Apesar de não ser uma romântica, é bonito e eu fico feliz quando vejo algo assim, sou uma parva é o que é.

XOXO S.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

MAC Venomous Villains

Já falei aqui da nova colecção da MAC em parceria com a Disney, cheia de coisinhas muito giras, mas a maioria delas demasiado UAU para mim que uso muito pouca maquilhagem.

Por isso apenas comprei um batom que acho mesmo lindo e um gloss para oferecer a uma das minhas primas que é doida pela Disney.


O gloss apenas posso mostrar a embalagem porque como é uma prenda não vou abrir, mas dá para ver bem a cor, é um pêssego clarinho.





A embalagem tanto do batom como do gloss é dupla, tem uma capa muito gira e depois a embalagem normal da MAC, se repararem tanto no gloss como no batom a imagem da Cruela é diferente. O batom é um nude muito bonito.






Quando estava na loja ainda fiquei na dúvida sobre comprar ou não este batom porque eu sou doida pelo Myth que é um nude muito bonito, pareciam muito semelhantes na embalagem e eu já tinha o Myth em casa.



No entanto apesar do tom ser parecido são completamente diferentes quando aplicados, o Innocence Beware! tem um acabamento glossy sendo muito cremoso e brilhante, o Myth é completamente opaco, sem qualquer brilho sendo muito mais nude que o o Innocence Beware!


Na imagem não dá para ver bem a diferença por culpa da luz.

XOXO S.

P.S. Encontrei este vídeo que é muito bom se quiserem ver toda a colecção.

Haja paciência

Sabem o que me irrita mesmo em algumas pessoas? A capacidade de serem sempre negativas, nunca verem o lado bom de nada e mesmo quando acontece uma coisa boa imaginam logo o pior cenário possível.

“Já viste que já não chove?” e a pessoa responde algo do género “Pois não, mas já imaginaste se a trovoada continua, cá para mim vai ser um trovoada seca e ainda vamos levar com o raio em cima da tola”.


Estas pessoas, os chamados “velhos do Restelo”, têm a capacidade de fazer sobressair o pior que há em mim, são pessoas que têm a mania da conspiração, que o mundo está todo contra elas e mesmo as coisas boas têm um mau fundo… não há paciência.

Por isso quando ligo a alguém para dar uma boa novidade e a pessoa me começa logo com as teorias da conspiração a única solução é ficar calada e fingir que não estou a ouvir nada, projectar a minha mente e os meus pensamentos para a beira do mar em um dia de sol… e confesso que estou a ficar boa nesta coisa da audição selectiva, cada vez me custa menos ignorar determinadas coisas.

XOXO S.

A minha vizinha de cima...

Nunca ouviu falar em respeito pelos outros, então o que é que ela anda a fazer às 03.32? A aspirar a casa! Se amanhã virem no jornal uma noticia de uma vizinha que matou a outra já sabem...


XOXO S.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fashion NOT...

Porque é que eu acho sempre que as pessoas ficam melhores quando se preocupam mais com o que lhes fica bem e não com o que é fashion?

Se calhar devia mudar o nome deste blogue de confessions of a fashion girl para confessions of a not so fashion girl, ora vejamos o porquê…

Gosto muito…






Não gosto mesmo nada…





XOXO S.

P.S. Fotos daqui.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tenho um telemóvel de brincar…

Hoje os senhores da Vodafone foram uns simpáticos e ofereceram-me este brinquedo, é tão pequenino e levezinho que faz mesmo lembrar aqueles telemóveis para brincar.




Sendo assim vamos lá brincar de ter dois números de redes diferentes durante uns tempos…


XOXO S.

P.S. Vá pequenino em comparação com o meu outro, mas leve e fininho é mesmo e parece de facto um brinquedo.