sexta-feira, 7 de maio de 2010

Desafio 20 dias 20 músicas


1 - Day 01 - Your favorite song (A tua canção favorita)

2 - Day 02 - Your least favorite song (A tua canção menos favorita)

3 - Day 03 - A song that makes you happy (Uma canção que te põe feliz)

4 - Day 04 - A song that makes you sad (Uma canção que te põe triste)

5 - Day 05 - A song that reminds you of someone (Uma canção que te lembra de alguém)

6 - Day 06 - A song that reminds of you of somewhere (Uma canção que te lembra de um lugar)

7 - Day 07 - A song that reminds you of a certain event (Uma canção que te lembra de um determinado acontecimento)

8 - Day 08 - A song that you can dance to (Uma canção que te faz dançar)

9 - Day 09 - A song that makes you fall asleep (Uma canção que te faz adormecer)

10 - Day 10 - A song from your favorite band (Uma canção da tua banda favorita)

11 - Day 11 - A song that no one would expect you to love (Uma canção que ninguém esperaria que gostasses)

12 - Day 12 - A song that describes you (Uma canção que te descreve)

13 - Day 13 - A song from your favorite album (Uma canção do teu album favorito)

14 - Day 14 - A song that you listen to when you’re angry (Uma canção que ouves quando estás zangada)

15 - Day 15 - A song that you listen to when you’re happy (Uma canção que ouves quando estás feliz)

16 - Day 16 - A song that you listen to when you’re sad (Uma canção que ouves quando estás triste)

17 - Day 17 - A song that you want to play at your wedding (Uma canção que queres que toque no teu casamento)

18 - Day 18 - A song that you want to play at your funeral (Uma canção que queres que toque no teu funeral)

19 - Day 19 - A song that makes you laugh (Uma canção que te faz rir)

20 - Day 20 - Your favorite song at this time last year (A tua canção favorita deste último ano)

P.S. A todas as minhas queridas que me passaram o desafio um muito obrigada. Isto não vai ser nada fácil, nada mesmo. E como não podia deixar de ser passo a todos os meus leitores.
 
XOXO S:

O mundo não para de girar...

Sempre me considerei uma pessoa decidida, e no geral sou mesmo, olho para uma coisa e sei logo se é isso que quero ou não, mas nos momentos importantes da minha vida sou um bocadinho cobarde.

Não sei explicar o porquê mas sempre fui assim, quando uma coisa é verdadeiramente importante eu sou uma mariquinhas, perco imenso tempo a pensar se é mesmo isso que quero, penso nos prós, nos contras e nos que não são nem uma coisa nem outra. Mas passo imenso tempo neste processo, arranjo 3 razões para o sim e outras 3 para o não, agora quero daqui a 5 minutos já acho que é melhor não.


E isto é uma enorme falha no meu carácter, gasto imensa energia com todo este processo mas guardo tudo só para mim, ou seja, não chateio ninguém com isso, a maioria das vezes as pessoas continuam a achar que eu decidi rapidamente e que como sempre não tive qualquer dúvida sobre o que devia fazer. O que é outra falha enorme, porque vivo tudo isto sozinha.

Por isso quando resolvo partilhar as minhas dúvidas e inseguranças com alguém e essa pessoa não me ouve como eu estava à espera (o que até é normal porque as pessoas nunca chegam a perceber que eu estou mesmo a precisar falar, pensam sempre “É a S. a esta altura já ela tem tudo mais do que decidido na cabeça dela, não precisa de ninguém.”), eu sinto uma mágoa enorme… uma dor no peito e a certeza de que provavelmente há coisas que mais vale eu guardar só para mim.

Por isso aqui estou eu, com uma das maiores decisões da minha vida nas mãos e sem vontade alguma de falar sobre ela.

XOXO S.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Dúvida…

Será a Noruega demasiado longe? Serão 3 anos demasiado tempo?







XOXO S.

More Than Words

A G. falou do amor no último post que escreveu, e eu lembrei-me de partilhar uma das melhores músicas que conheço que falam da palavra Amo-te…


 
Para mim a melhor palavra que podemos ouvir quando amamos alguém, mas que se não for acompanhada de muitas outras coisas vale de muito pouco.

XOXO S.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Tô nem aí…

Quando comecei a escrever este blogue não disse a ninguém conhecido, era uma experiência só minha, algo que me permitia dizer o que me ia na alma sem me preocupar com o que os outros pudessem pensar, eventualmente contei a uma ou duas pessoas, que fizeram o favor de contar a mais uma ou duas (muito obrigadinha ‘tá! Podeis ir ali jogar-vos a um poço, sim?!).


Por isso tenho a informar que este blogue é meu, só o lê quem quer e não vou deixar de dizer o que me apetece por culpa da opinião de terceiros, muitos dos quais nem me dizem grande coisa.

E sim EU TENHO um blogue! E gosto muito dele, do prazer que me dá escrevê-lo, das pessoas maravilhosas que conheci… por isso vão mandar piadinhas para a vossa terra, chatear o Camões e ver se eu estou ali na esquina a fazer xixi num poste OK?

E sim podem fazer aquele ar de nojo quando perguntam se eu tenho um blogue que eu como diria a Luka naquela música que eu adorava da novela malhação “Tô nem aí… tô nem aí…”.

XOXO S.

Último dia...

Só para relembrar que hoje é o último dia para participar no magnífico passatempo oriflame...

XOXO S.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Português língua cruel…

Hoje a F. que é Romena perguntou-me porque estava tudo a rir lá no trabalho da t-shirt do Robert Pattinson, uma vez que ela não entendia a piada, confesso que não sabia do que ela estava a falar, mas ela mostrou-me a foto e eu com muito cuidado lá lhe traduzi para inglês o que significava aquela palavra em português …


Ai, o que ela se riu, acho que não se vai calar com aquilo nos próximos anos, segundo ela temos palavras muito engraçadas.

XOXO S.

domingo, 2 de maio de 2010

O que não vemos nós?

Quando estou muito em baixo vou ao Starbucks… sinto uma felicidade imensa quando saio de lá com o meu copo na mão.



Esta semana foi uma semana de doidos, na quinta-feira passei pelo Starbucks antes de começar a trabalhar, peguei no meu Latte e saí à pressa como sempre.

Trabalhei que nem uma louca todo o dia, almocei às 15h30, tive mil e uma chatices, quando vinha a sair para casa, agarrei no copo em cima da minha secretária para o colocar no lixo, qual não é o meu espanto quando vejo isto…


O senhor do Starbucks fez um bonequinho sorridente no meu copo logo de manhã, não pude deixar de sorrir e pensar que demorei um dia inteiro a reparar nele, quantas coisas perdemos nós todos os dias por andar a correr? Quantas coisas estão mesmo ali à nossa frente e nós não vemos?

XOXO S.

Dia da Mãe!

Hoje para comemorar o dia da mãe, fui passear com a minha, só as duas. Deixa-mos o pai em casa e rumámos até à Costa da Caparica.

Sentadas num bar muito giro à beira-mar comemos um crepe fabuloso com mel, nozes e uma bola de gelado de morango, apreciamos a paisagem e eu pela primeira vez no ano pisei a areia da praia…





Um belo dia na companhia da minha mãe que eu amo incondicionalmente.

XOXO S.

Adorei...

Alma e os mistérios da vida – Luísa Castel-Branco, este foi um daqueles livros em que as expectativas eram tão elevadas que o medo de não gostar me fez adiar a leitura durante algum tempo.

Eu não leio muito autores nacionais, uma vergonha eu sei, mas eu sou difícil de contentar e assim leio muito mais autores estrangeiros, no entanto ouvi dizer maravilhas deste livro e como simpatizo bastante com a autora (culpa do programa o Elo mais fraco da RTP1, ainda a oiço dizer “Você é o elo mais fraco, Adeus!”), resolvi dar uma oportunidade a este livro.

O único arrependimento que fica é o não o ter lido antes, é um livro maravilhoso, escrito de uma forma fantástica. Não só a história é envolvente e fantástica como a maneira como está escrito é ainda melhor que a própria história.

Fez-me muito lembrar a escrita da Isabel Allende que eu adoro e a Laura Esquível, pela magia em cada virar de página e pela enorme capacidade de misturar imensas personagens e histórias sem nunca confundir a pessoa que as lê.

Estou ansiosa por ler o novo livro dela, é sem dúvida uma escritora fantástica.

Nota: 4,5/5


Sinopse:
"Na noite em que nasceste, madrugada adentro, coisas estranhas aconteceram". Começa assim a história de Alma. Depois dessa madrugada o destino da criança de cabelos cor de fogo estava traçado. Na pequena aldeia todos a olhavam, a menina especial como um ser estranho, rejeitada pelo povo e pela família, restava-lhe refugiar-se na Ti Efigénia, também ela isolada do resto das pessoas e considerada bruxa.

Anos mais tarde a mãe de Alma, que a considerava uma inútil, envia-a para Lisboa como criada de servir. Na casa de Dona Sofia a menina de cabelos cor de fogo é acolhida e educada como a filha que Sofia não teve e pela primeira vez Alma sente-se amada e desejada. A partir dali, o seu futuro será, para o bom e para o mal, para o melhor e para o pior, completamente diferente do seu passado.

Um retrato impressionante do Portugal profundo dos anos 50. Um mundo rural dominado por medos, superstições e ignorância. Um mundo da capital do país em que a mentalidade burguesa desconfia de todos os comportamentos que fogem dos estereótipos da época.

A história de Alma atravessa-se com histórias de muitas vidas, seres de luz, que mesmo num ambiente hostil e com um destino que rouba à nascença a felicidade e o futuro, iluminam caminhos.

Será que vale mesmo a pena decifrar os mistérios da vida?

XOXO S.

O que me toca o coração...

Hoje li um dos melhores textos de sempre, com uma das frases mais verdadeiras que já ouvi na minha vida, e não resisti a partilhar com vocês.


"Eu não quero alguém que preencha uma lista quero aquela determinada pessoa que me faz criar uma nova lista com todas as suas características"

O texto é da Andreia do blogue Refúgio e para mim esta é uma das melhores frases sobre o que é o amor que alguma vez li em toda a minha vida.

XOXO S.

Os meus trapos #10

E o impensável aconteceu…

Estive realmente sem tempo para actualizar o blogue e comentar os vossos cantinhos, mas amanhã estarei de volta com toda a força.

E deixo-vos aqui as fotos da roupinha que levei hoje a um baptizado.



* Blusa Mango (S/S 10)
* Saia Mango (S/S 10)
* Peep Toes Zara (A/W 09)



*Relógio One
*Pulseira Pandora
*Brincos Pandora
*Mala Emme Trenta (S/S 10)

XOXO S.