quarta-feira, 7 de abril de 2010

Amizade Vs Trabalho!

Eu sempre fui da opinião que trabalhar com amigos não é a melhor ideia do mundo, no entanto se eu ainda tinha dúvidas neste último ano e meio tive a certeza absoluta que é uma péssima, péssima ideia.

Eu sei que há imensos casos de sucesso pelo mundo fora, mas eu não conheço nenhum e neste momento vivo com essa problemática bem de perto.


Há amizades que se perdem e que já não conseguimos recuperar e há outras que ficam imensamente tremidas. Depois há a questão de que coisas que diríamos a quem não é nosso amigo quando ficamos chateados ou ofendidos, não temos coragem de dizer àqueles que gostamos e com quem temos uma relação de amizade fora do trabalho.

Ontem no calor de uma discussão que não era minha, caí no erro de dizer que não estava chateada com uma coisa, e a verdade é que naquele momento achei mesmo que não estava, mas depois quando a cabeça caiu na almofada comecei a sentir aquele desconforto dentro do peito, uma mágoa imensa por uma atitude que não esperava, comecei a pensar que o pedido de desculpas que recebi não foi realmente sentido e que não me chega. Mas a verdade é que depois de ter dito que não estava chateada não posso agora voltar atrás, ou será que posso? Mas será que quero voltar atrás? Será que mudará alguma coisa?

XOXO S.

domingo, 4 de abril de 2010

Finalmente!

Tenho de começar este post a contar-vos um segredo, um segredo que poderá deixar a maioria de vocês desiludidos comigo. Eu não gosto de Nicholas Sparks. Não sei porquê, ou melhor até sei, porque ele é demasiado triste e melodramático para o meu gosto. No entanto tenho uma amiga que adora, assim, cada vez que ela lê um livro novo dele, jura porque jura, que é desse que eu vou gostar e todos os anos no Natal ou no meu aniversário me oferece um livro dele, que eu arrasto durante meses na minha pilha de próximas leituras até me decidir a ler.

Este ano não foi excepção e no Natal a B. ofereceu-me a melodia do adeus do Nicholas Sparks. Como podem ver arrastei-o durante 3 meses até me resolver a dar-lhe uma oportunidade. Não foi uma leitura que começou bem, mas aí a culpa não tinha nada a ver com o autor em si, achei que a tradução tinha bastantes incoerências, e odiei o facto de os filhos tratarem os pais por você, principalmente quando um deles tinha apenas 10 anos.

Li o livro durante estes 3 dias, e posso dizer que pela primeira vez gostei mesmo de um livro dele, acho que neste livro ele foge completamente daquele molde a que ele habituou já os seus leitores, é diferente de todos os que já li dele, parece-me mais maduro, mais pensado, mais bem escrito e acima de tudo é um livro que nos deixa com um sorriso nos lábios.

Claro que apesar de sabermos a tragédia que vai acontecer no prólogo, isso não a torna menos dolorosa quando realmente acontece e são umas 50 páginas de aperto no peito (chorei que nem uma madalena, gastei mesmo um maço de lenços de papel). Não sei se ela seria necessária para o livro ser mesmo bom, mas a verdade é que nos faz pensar na vida, na importância dela e na sua fragilidade, nos momentos que perdemos zangados ou magoados com algo que não vale realmente a pena.

No entanto não é um livro triste e não se sintam desmotivados para o ler por isto, é um livro alegre, cheio de amor, amizade e bons momentos, cheio de lições de vida, daquelas que vale mesmo a pena. É um livro sobre a descoberta do amor em mais do que uma forma.

Por tanto isto dito por uma pessoa que começou este post por dizer que não gosta de Nicholas Sparks deve valer de algo para os mais cépticos. Este é um livro dele que vale a pena ler, para quem já gosta do escritor então penso que se torna obrigatório.


Nota: 4,5/5

Sinopse:
Com apenas dezassete anos, Verónica Miller - ou «Ronnie», como é carinhosamente chamada - vê a sua vida virada do avesso quando o casamento dos pais chega ao fim e o pai se muda da cidade de Nova Iorque, onde vivem, para Wrightsville Beach, uma pequena cidade costeira na Carolina do Norte. Três anos não são suficientes para apaziguar o seu ressentimento, e quando passa um Verão na companhia do pai, Ronnie rejeita com rebeldia todas as suas tentativas de aproximação, ameaçando antecipar o seu regresso a Nova Iorque. Mas será na tranquilidade que envolve o correr dos dias em Wrightsville Beach que Ronnie irá descobrir a beleza do primeiro amor, quando conhece Will, e vai afrouxando, uma a uma, todas as suas defesas, deixando-se tomar por uma paixão irrefreável e de efeitos devastadores. Nicholas Sparks é, como sabemos, um mestre da moderna trama amorosa, e, em A Melodia do Adeus, usa de extrema sensibilidade para abordar a força e a vulnerabilidade que envolvem o primeiro encontro com o amor e o seu imenso poder para ferir… e curar.

XOXO S.

P.S. Como é muito útil ter primas com 17 anos, quando a L. soube que eu estava a ler um livro de NS disse logo que era a melodia do adeus e que ia sair um filme do livro com a Miley Cyrus que ela nega mas que adora, por isso fui procurar e deixo aqui para se quiserem dar uma espreitadela.

sábado, 3 de abril de 2010

Eu gosto!

Esta senhora divide as opiniões no mundo inteiro, há quem goste muito dela, há quem goste muito do estilo dela, há quem a odeie…



Eu pessoalmente gosto dela, como qualquer ser humano normal acho-a demasiado magra, mas gosto do estilo dela, estive há pouco a rever a colecção S/S 10 a ver pela primeira vez a colecção A/W 10 da Victoria Beckham collection e gosto de quase tudo. Fiz uma selecção dos meus favoritos para vocês.

S/S 10




A/W10










XOXO S.

505 Again!

Hoje tive um momento de inspiração, enquanto andávamos a passear lembrei-me que em Fátima deviam haver perfumarias e que talvez houvesse alguma que vendesse Chanel e que ainda tivesse o famoso 505 Particulière. Conheço bem Fátima porque a minha mãe viveu cá muitos anos antes de casar e há mais de 15 anos que temos cá casa mas confesso que não fazia ideia de onde poderia encontrar uma perfumaria.

E aparentemente as pessoas que vivem aqui também não sabem muito bem porque ninguém me sabia responder, até que finalmente uma rapariga muito, muito simpática me disse onde é que havia duas, uma não vendia produtos da Chanel, mas na outra encontrei o tão famoso e esgotado verniz.



Por isso estou muito satisfeita e podemos voltar a falar do maravilhoso 505 aqui neste blogue, agora é ter cuidado para não partir este também.

XOXO S.

P.S. Claro que agora também já está esgotado aqui, comprei o último.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Mulher prevenida vale por duas…

O que vale é que eu sou uma daquelas mulheres que vêem sempre prevenidas para as eventualidades, ontem assim que cheguei parti uma unha, mas parti te tal maneira que tive de as cortar a todas pequeninas.

Assim hoje agarrei nos meus produtos indispensáveis e sem os quais a minha vida seria bem mais complicada e tratei de as arranjar, porque mesmo quando elas estão assim pequeninas eu gosto de as ter arranjadas e bonitas.

Vou partilhar com vocês alguns dos meus segredos para uma manicura perfeita.


1- Caneta correctora da Oriflame, esta caneta é uma maravilha para quando uso cores escuras e borra um pouquinho para fora, evita assim muitos desastres.

2- Creme de mãos da Barral, adoro este creme, o cheiro e não deixa as mãos nada gordurosas (que é um dos problemas maiores que eu tenho com os cremes de mãos), é o melhor creme de mãos que já usei, e olhem que já usei muitos mesmo.

3- Caneta removedora de cutículas da oriflame, para pessoas que como eu arrancam bifes dos dedos com aqueles instrumentos próprios para o assunto, esta caneta é uma autêntica salva vidas, tem creme que ajuda a remover e uma escova na ponta que tira as cutículas e não o resto da pele das mãos.

4- Base para Verniz da Oriflame, eu nunca usava e as minhas unhas estavam a ficar todas manchadas por culpa dos vernizes escuros, agora não passo sem ela, ajuda a fixar o verniz e quando removemos os vernizes escuros as unhas continuam limpinhas por baixo.

Hoje usei um verniz que eu adoro chamado Obsessão da Risqué, quando tenho as unhas pequeninas gosto muito de usar estes vernizes que chamam mais à atenção.


XOXO S.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Frio... muito frio...

Os meus pais quando têm de viajar ficam malucos, tínhamos combinado sair de casa lá para as 15h, pois quando eram 10h da manhã a minha mãe já andava louca de volta de mim a dizer “S. faz a mala, olha que daqui a nada vamos embora”.

Não sei se sou eu que sou uma pessoa muito calma nestas coisas, mas eu achava que ainda tinha todo o tempo do mundo, já para não falar que se saísse às 15h10 e não às 15h não vinha mal nenhum ao mundo uma vez que vínhamos no nosso carro, para a nossa casa e não tínhamos obrigatoriamente que sair ou chegar a uma determinada hora.

Mas para os meus pais viajar é um acontecimento importantíssimo, e o planeta irá girar ao contrário se não sairmos à hora que eles combinaram com 15 dias de antecedência.


Para além de todo este stress tenho que vos informar que em Fátima está um calor da Rússia que não se aguenta. E eu que pensava que já tinha vindo o calor… estou completamente congelada.

Nota para mim mesma: Nunca ouvir os meus pais quando eles me tentam convencer a vir para Fátima na altura da Páscoa, porque à e tal temos que lá ir, a casa está fechada o ano inteiro…blá, blá, blá.

XOXO S.

P.S. Invisível amiga, faz as pazes com o St. Peter por favor que eu já não aguento este tempo.

quarta-feira, 31 de março de 2010

T'es trop p'tit pour comprendre...

Não sou a rainha do francês, mas adorava francês na escola, hoje lembro-me de muito pouca coisa, mas de cada vez que oiço esta música sinto-me emocionada… por isso hoje partilho com vocês.



Patrick Bruel - Qui A Le Droit

On m'avait dit : "Te poses pas trop de questions
Tu sais petit, c'est la vie qui t' répond
A quoi ça sert de vouloir tout savoir ?
Regarde en l'air et voit c' que tu peux voir

On m'avait dit : "Faut écouter son père"
Le mien a rien dit, quand il s'est fait la paire
Maman m'a dit : "T'es trop p'tit pour comprendre"
Et j'ai grandi avec une place à prendre

Qui a le droit, qui a le droit
Qui a le droit d' faire ça
A un enfant qui croit vraiment
C' que disent les grands ?

On passe sa vie à dire merci
Merci à qui, à quoi ?
A faire la pluie et le beau temps
Pour des enfants à qui l'on ment

On m'avait dit que les hommes sont tous pareils
Y a plusieurs dieux, mais y' a qu'un seul soleil
Oui mais, l' soleil il brille ou bien il brûle
Tu meurs de soif ou bien tu bois des bulles

A toi aussi, j' suis sur qu'on t'en a dit
De belles histoires, tu parles... que des conneries !
Alors maintenant, on s' retrouve sur la route
Avec nos peurs, nos angoisses et nos doutes

Qui a le droit, qui a le droit
Qui a le droit d' faire ça
A un enfant qui croit vraiment
C' que disent les grands ?

On passe sa vie à dire merci
Merci à qui, à quoi ?
A faire la pluie et le beau temps
Pour des enfants à qui l'on ment

XOXO S.

Eu gosto!

Eu assim a meios que gostei muito da roupita e dos sapatitos da Carrie Underwood e da Anna Kendrick nestas fotos, se alguém me quiser oferecer…




XOXO S.

Quando a classe social não importa…

Madeline Hunter – Casamento de Conveniência, este é o terceiro livro que leio desta escritora, mais uma vez trata-se de um romance histórico, na minha opinião este é dos três o mais elaborado, mistura mais acontecimentos históricos e não se centra só no romance das personagens principais, claro que como nos outros dois é um livro com cenas de bolinha vermelha no cantinho da página.

É um livro leve e que se lê com um sorriso nos lábios, não é magnífico nem o pretende ser, é um daqueles livros para nos deixar satisfeitos e que não exige um grande esforço mental, no entanto os protagonistas são convincentes e é fácil gostar de ambos. Na minha opinião tem algumas partes mais monótonas algures a meio, mas no geral é daqueles livros que desenvolve rapidamente, consegue deixar-nos da dúvida sobre o carácter e as escolhas de algumas personagens o que ajuda na leitura, no entanto não foi na recta final tão empolgante como eu penso que poderia ter sido.


Nota: 3,5/5

Sinopse:
Ele viu-a e pagou uma fortuna para ficar com ela.
Pelo menos, era o que todos pensavam.
Mas este casamento não é o que parece…

Lady Christiana Fitzwaryn está apaixonada. Infelizmente, o seu futuro marido não é o homem dos seus sonhos mas sim um perfeito desconhecido, com quem o próprio rei Eduardo negociou o enlace. Sobre este homem, Christiana apenas sabe tratar-se de um mero mercador plebeu. Não estava, pois, preparada para o primeiro encontro: David de Abyndon revela ter um carisma extraordinário e nutre uma indiferença desconcertante em relação ao estatuto social dela. Para sua grande surpresa, é a aristocrata quem se sente perturbada na presença daquele homem de enigmáticos olhos azuis.

Por seu lado, David guarda uma dor secreta. Como pode confessar a Christiana que há mais naquele casamento do que aquilo que salta à vista? Como pode falar-lhe do seu acordo com o rei? Conseguirá convencê-la de que o amor que ela procura não se encontra no cavaleiro com quem ela sonha mas sim nos seus braços?

É que David pode ter-lhe comprado o corpo mas, no negócio, ter perdido para sempre o seu coração…

XOXO S.

terça-feira, 30 de março de 2010

Alguém sabe?

Quero ser dadora de medula… há imenso tempo que penso nisto mas sempre que surge uma oportunidade acontece qualquer coisa e não posso ir lá naquele dia.

Alguém sabe onde eu posso ir na zona de Lisboa ou Margem Sul para tratar disso?


Aproveito também para vos incentivar a todos, um simples gesto destes pode salvar uma vida. Um dia quando menos se espera a vida de alguém pode depender de nós e nós podemos, ou alguém muito próximo de nós depender de alguém que nos é completamente desconhecido e que teve a grandeza de espírito de querer ajudar.

XOXO S.

P.S. Para quem não sabe ser dador não custa nada, é apenas como se fossem tirar sangue, e ficam imediatamente registados.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Amar em 1800...

Ontem foi um dia de filmes e mais filmes, vi ainda o The Young Victoria, eu adoro filmes de época, não me perguntem porquê, simplesmente adoro.

Acho que devo ter sido princesa em outra vida e é por isso que não posso ir a lugares como a Quinta da Regaleira em Sintra ou o palácio de versailles que me imagino logo tal qual a Marie Antoinette com os seus longos vestidos a passear-me pelos jardins.


Mas o que eu queria mesmo dizer é que adorei o filme, para quem não sabe a Rainha Victoria Kent de Inglaterra foi das primeiras monarcas a casar por amor, como ninguém podia pedir a rainha em casamento teve de ser ela a pedir o príncipe Alberto de Saxe-Coburgo-Gota. Pelo que consta na história foi um casamento por amor em que ambos governaram juntos até à morte de Alberto e se respeitaram sempre.

Assim adorei este filme sobre a história de uma das mulheres mais importantes da história, e sobre a dificuldade de ser mulher e rainha no século XIX.

XOXO S.

Renda eu te Amo!!

Sou louca por vernizes, infelizmente no inverno por culpa das malvadas das frieiras não os posso usar muito, mas assim que elas passam, uso e abuso, chego mesmo a mudar de cor quase dia sim dia sim.

Tenho de todos, desde os mais coloridos aos mais neutros e discretos, não tenho problemas em pintar as unhas de vermelho, rosa, violeta, roxo, preto, castanho… combino as cores com as roupas, no entanto há um verniz que na minha opinião é a melhor invenção de sempre.

Todas as mulheres deviam ter um, é aquele verniz que me salva quando preciso de pintar as unhas à pressa como aconteceu ontem, que seca super rápido e fica sempre bem, é aquele que quando vou ter pouco tempo para mudar dura imenso tempo sempre bonito. Claro que as mais loucas por vernizes como eu sabem bem de que verniz falo, para as que não sabem fica a dica, o Renda da Risqué é simplesmente o melhor verniz do mundo.


XOXO S.