quarta-feira, 20 de outubro de 2010

...

"When we say things like "People don't change" it drives scientists crazy. Because change is literally the only constant in all of science. Energy, matter, it's always changing. Morphing. Merging. Growing. Dying. It's the way people try not to change that's unnatural. The way we cling to what things were instead of letting them be what they are. The way we cling to old memories instead of forming new ones. The way we insist on believing, despite every scientific indication, that anything in this lifetime is permanent. Change is constant. How we experience change, that's up to us. It can feel like death, or it can feel like a second chance at life. If we open our fingers, loosen our grips, go with it, it can feel like pure adrenaline. Like at any moment we can have another chance at life."


Dr. Meredith Grey in Grey’s Anatomy


E ainda há muito quem continue a viver do passado, sem olhar para as coisas maravilhosas que o futuro lhe pode dar, sem acreditar que é possível mudar, acima de tudo, sem querer mudar.
XOXO S.

Fim do Mundo em cuecas...

Digam-me senhores porque raio é que eu achei que era boa ideia ir arrumar alguns dos meus livros esta noite?





E os senhores respondem…

“Porque já não tinhas onde os guardar S. e já andavam 10 livros a acampar pela casa! Ou lês menos ou arrumas!”

Ai que bela confusão que vai para aqui! Arruma S., Arruma...


XOXO S.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O mundo do fantástico...

Hex Hall – Rachel Hawkins, quando me ofereceram este livro, e eu me comprometi a ler de uma ponta à outra pensei, “S. no que raio é que te foste meter?”. A história por si só não me cativava e parecia-me um pouquinho mais do mesmo, bruxas, feiticeiros, fadas, vampiros, mutáveis e demónios.

Não posso dizer que me enganei completamente porque não é verdade, durante toda a primeira parte do livro eu só conseguia pensar Harry Potter… Harry Potter… mas depois a história foi se afastando bastante, apesar da inspiração ser clara e de a escritora nem a ter tentado esconder referindo estes mesmos livros durante a sua narrativa.

O forte deste livro é que tem uma personagem principal maravilhosa, Sophie Mercer é engraçada, irónica, inteligente… e toda a história é narrada do ponto de vista dela, o que torna quase impossível não soltar umas belas gargalhadas em quase todas as páginas. Apesar de se referir a um mundo não inteiramente novo nestas coisas do fantástico a forma como é abordado é nova e bastante interessante, sendo um livro mais “escuro” mais “pesado” e acima de tudo mais complexo.

Depois acho o livro demasiado pequeno, é tudo demasiado rápido não sendo assim possível criar completamente o ambiente fantástico na nossa mente mas, apesar de tudo estou com vontade de ler o próximo, por isso para quem gosta do mundo do fantástico e tendo em conta que é um livro que pode agradar tanto a adolescentes como a adultos não deixo de dizer que valeu a pena ler.

Nota: 4/5


Sinopse:

“Abrir Hex Hall foi como abrir uma caixa de chocolates, ao revelar-se impossível de exercer qualquer tipo de auto-controlo! Houve, pelo menos, uma gargalhada por página, uma protagonista esperta e auto-depreciativa, Sophie Mercer, e um misterioso assassino que fez com que as páginas passassem por si próprias, ou se calhar a culpa foi de um dos Prodigium! Conclusão, fui enfeitiçada por Sophie Mercer!”

Becca Fitzpatrick, autora de Hush, Hush

Virei-me para sair, mas a porta fechou-se a poucos centímetros da minha cara. De repente, um vento pareceu soprar através da sala e as fotografias nas paredes chocalharam. Quando me virei de novo para as raparigas, estavam as três a sorrir, os cabelos a ondularem-lhes a volta dos rostos como se estivessem debaixo de água.

O único candeeiro da sala tremeluziu, e apagou-se. Eu apenas conseguia distinguir faixas prateadas de luz que passavam sob a pele das raparigas, como mercúrio. Até os seus olhos brilhavam.

Começaram a levitar, as pontas dos sapatos regulamentares de Hecate mal tocando a carpete musgosa. Agora, já não eram rainhas do baile de finalistas, nem supermodelos - eram bruxas, e até pareciam perigosas.

Apesar de me debater contra a vontade de cair de joelhos e colocar as mãos acima da cabeça, pensei, "Eu também seria capaz de fazer aquilo?".

XOXO S.

Mas que raio...

Acabei de descobrir que deixei de seguir um montão de blogues que eu adoro… mas afinal como é que isto aconteceu? Ai…


XOXO S.

Amor a 3?

Há por aí quem defenda que se pode amar mais do que uma pessoa ao mesmo tempo, que se pode amar incondicionalmente o namorado/marido com quem se está e o amante. Eu sou um bocadinho antiquada relativamente a esse assunto, não entendo o conceito de uma relação aberta e liberal, logo não posso compreender essa história da traição que não é traição.


Não estou aqui a criticar o estilo de vida de ninguém, até porque não me incomoda nada estilos de vida diferentes do meu mas, para mim nunca iria funcionar, é um facto.

Não consigo imaginar uma relação com mais de duas pessoas, eu quando amo não consigo partilhar nem tenho vontade de ter nada com outra pessoa para além daquela com quem eu estou, e fico confusa quando oiço pessoas dizer “Eu tenho uma relação aberta, ele faz o que quer quando não estamos juntos e eu a mesma coisa”.

A minha mente começa logo cheia de dúvidas, será possível ser feliz assim?

XOXO S.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O que verdadeiramente importa é aquilo que realmente somos...

Feminino Singular – Sveva Casati Modignani, há pessoas que nascem com um dom, pode ser o dom de fazer os outros sorrir, o dom de cantar maravilhosamente… Sveva Casati Modignani nasceu com o dom de contar histórias como ninguém.

Os livros dela são sempre maravilhosos, conseguindo transportar-nos para um lugar onde nunca pensámos ir, contam-nos histórias de pessoas singulares, diferentes mas que ao mesmo tempo podiam ser a nossa vizinha do lado, prima, amiga, irmã, mãe ou avó.

Este livro não é excepção, conta-nos a história de mulheres magníficas, cada uma à sua maneira, com os seus complexos e problemas, mas também com a sua enorme singularidade que as torna diferentes, fortes e maravilhosas. Uma história que nos transporta no tempo e nos faz andar entre o passado e o presente para compreender cada uma delas.

Estava a precisar de um livro assim, de um livro cheio de personagens complexas e elaboradas, em que nada é simplesmente aquilo que parece.

Nota: 5/5


Sinopse:

Martina: uma figura de mulher «singular». Amada por uns e criticada por outros, toda a sua vida esteve sob o olhar inquisidor das gentes de Vertova, incluindo o das próprias filhas...

No decurso da sua existência, dos anos quarenta aos nossos dias, através das mais complicadas vicissitudes, ela tentará encontrar o caminho para atingir a sua autêntica vocação de mulher - gerar a vida. Terá três filhas, de três homens diferentes, sem desposar nenhum deles.

A sua morte súbita, nas vésperas do Natal, provocará um tremendo choque no seio familiar, e será Vienna, a sua mãe, a desvendar os mais íntimos segredos dessa mulher tão enigmática. Através do seu relato, descobriremos que afinal elas têm mais em comum do que pensavam: todas são mulheres atraentes e independentes, que amaram e se deixaram amar, e que decidiram, sobretudo, enfrentar os cânones sociais em prol de um bem maior - a maternidade.

XOXO S.

Viva Glam - Gaga

Quem me conhece sabe que eu tenho um problema com a Lady Gaga, não sei bem explicar o porquê mas não consigo gostar da senhora e por isso peço desde já as minhas desculpas aos fãs que passam por aqui.

Mas recentemente fiquei completamente apaixonada pelo batom que ela promove para a MAC, a campanha é com a Lady Gaga e a Cyndi Lauper e a maioria de vocês já deve ter visto por aí esta imagem.


Depois de um enorme conflito interno (estou a exagerar claro) acabei por comprar o batom (Viva Glam – Gaga) e posso dizer que é lindo. É um cor-de-rosa clarinho (faz-me lembrar a Barbie) e para além de ter uma óptima cobertura (o que é bom para mim porque não uso lápis) é muito hidratante não deixa os lábios nada secos.






Claro que na MAC quase comprei o da Cyndi Lauper também, mas queria experimentar este primeiro para ver se gostava. Todo o dinheiro de qualquer um destes batons (16.5€ em Portugal e $14.5 nos EUA) reverte para a MAC AIDS Fund (ver aqui) que é uma instituição de apoio a doentes com o vírus da sida principalmente em países pouco desenvolvidos onde essas pessoas são extremamente marginalizadas.

Só por isso é já uma óptima compra e quiçá uma bela prenda de Natal.

XOXO S.

P.S. O efeito em mim que sou muito branquinha é diferente do efeito em pessoas muito morenas, mas é uma questão de experimentarem na loja e verem se gostam, eu gosto mesmo muito.

P.S. 2 Só para dizer que ao contrário do meu sentimento pela Lady Gaga eu sou doida por esta música da Cyndi Lauper e acho que tem tudo a ver com estes batons...

"When the working day is done, Oh girls, They wanna have fu-un, Oh, girls, Just wanna hava fun..."

I just...

"[looking through a bridal magazine] God, the women in these magazines... Some of them are actual brides, you know, they're not all models. All smiling... It's like the only thing in the world that matters is that they find the perfect shoes to match that dress. God, you know, I knew these girls, I went to school with them... It's funny. I used to feel sorry for them. They're simple girls. They just wanna find the guy and get married, you know? Live. I don't know, I think you're either born simple or you're born... me. I wanna be the person who gets happy over finding the perfect dress, I wanna be simple, 'cause no one holds a gun to the head of a simple girl."


Dr. Cristina Yang in Grey’s Anatomy


E no final do dia tudo se resume a isso mesmo, ou nascemos simples ou não e eu nunca fui simples, nunca fui igual a todas as outras pessoas, nunca ouvi alguém dizer algo e pensei “não tenho nada a dizer sobre este assunto”, eu tenho sempre algo a dizer, eu tenho sempre opinião, não me contento com facilidade, quero sempre tudo irrepreensível… e a vida… bem a vida é cheia de coisas imperfeitas, e eu só queria ser simples…
XOXO S.

domingo, 17 de outubro de 2010

E ando assim...

Eu ando tão, mas tão mole… não sei se é do tempo, se é da falta de vontade, mas ando mesmo cheia de preguiça, só me apetece dormir e dormir e dormir…


XOXO S.

Apenas 5 minutos...

A vida é feita de bons e de maus momentos, nem tudo é um mar de rosas, mas também nem tudo é uma grande m…

Temos momentos em que estamos tão em baixo, tão tristes, tão desanimados que não conseguimos ver as coisas boas da nossa vida, pensamos nelas mas não as vemos de facto e é aí que começamos a duvidar de nós mesmos e do que somos capazes.


É nesses momentos em que sentimos que algo nos suga toda a nossa energia, que não conseguimos oferecer aquele nosso sorriso… que não conseguimos ser a pessoa que realmente somos. Esses momentos podem durar 5 minutos, 5 horas, 5 dias, 5 semanas, 5 meses… ou mesmo toda uma vida, e é aí que reside a nossa escolha, podemos escolher ficar encolhidos a um canto a sentir pena de nós próprios ou podemos lutar, lutar muito para que sejam apenas 5 minutos, não é uma luta fácil mas fazemos todos os dias o melhor que podemos.

XOXO S.

sábado, 16 de outubro de 2010

Estes não são mais do mesmo...

Ora bem eu tenho muitos sapatos, botas e afins mas o que eu não tenho é uma botas por cima do joelho (estou in love por estes modelos)…

Lanidor



La Redoute


Aldo

Estou completamente apaixonada por estes sapatos da Aldo …


 
E acho estes botins muito diferentes e interessantes…


XOXO S.

Será verdade?

Que à medida que vamos ficando mais velhas começamos a pensar mais em bebés? Eu há uns 3 anos atrás nem queria ouvir falar deles e agora fico doida a olhar para as carinhas lindas dos meus priminhos mais novos, para as roupinhas…


Não é que queira ter um bebé já hoje ou nos próximos tempos, mas já não me parece o “fim do mundo em cuecas” ter um filho.

Devo estar a ficar maluquinha só pode, ou então estou a passar uma crise existencial qualquer.

XOXO S.