terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Afinal o que é o amor?

Anita Shreve – A Praia do Destino, ora aqui está um daqueles livros que nunca teria comprado ao ler a sinopse e que se não tivesse sido uma prenda da K. que me disse que eu ia gostar mesmo muito também não o teria lido e seria uma enorme pena não o ler.

A verdade é que quando li na sinopse que uma miúda de 15 anos se apaixona por um homem de quarenta anos, casado e com filhos pensei que a minha mente ia rejeitar o livro e a sua história devido à minha mente pequena que considera isso quase pedofilia mas, a verdade é que isso não foi problema nenhum (vai na volta sou mais evoluída do que pensava que era).

Ao começar a ler tive alguma dificuldade em entrar na história devido às descrições das primeiras páginas mas depois quando dei conta estava a ler compulsivamente e cheia de vontade de saber o que acontecia a seguir. A história fala de amor, de um amor impossível mas muito verdadeiro, nem por 5 segundos me importei com as idades dos protagonistas porque aqui não é isso que importa.

É também o primeiro livro que leio desta escritora e irei certamente ler mais livros dela porque a escrita é fantástica, a história maravilhosa e o final surpreendente. Um livro sobre amor, perseverança, amizade, carinho e acima de tudo sobre uma grande mulher.

Nota: 4/5


Sinopse:

A arrebatadora história de um amor impossível.

Um dos melhores quinze romances de 1999 segundo a revista Publishers Weekly.

Uma meditação sobre o erotismo feminino e os preconceitos sociais.

Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de óston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carismático. Entre ambos nasce uma impensável e arrebatadora paixão. Sem ter em conta o sentido das conveniências ou da auto-preservação, Olympia mergulha de cabeça numa relação cujos resultados serão catastróficos - John tem quarenta anos, é casado e pai de quatro filhos…

XOXO S.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Conversas parvas que me deixam irritada…


R.“Mas se não queres mudar de nome quando casares, porque raio é que casas? Que sentido é que isso tem se não te consideras uma parte dele?”

Eu “Eu não acho que o casamento tenha nada a ver com o mudar de nome, não estou a dizer mal de quem muda, estou apenas a dizer que eu não o vou fazer, tenho tanto de mudar de nome como ele, e para mim não somos menos marido e mulher porque eu não tenho o nome dele.”

R.“Isso é a coisa mais parva que ouvi até hoje, tu és mulher dele tens de ter o nome dele, não podem ser uma família se não tiverem o mesmo último nome e desculpa que eu te diga mas a pensar dessa maneira um dia que te cases ele não te atura mais de 2 semanas, um homem quer ao lado dele uma mulher que seja uma extensão dele não uma chata que acha que casa e continua a ser independente. Ele é o senhor da casa e não tem lógica quereres desafiar isso ao não aceitar o nome dele é como se não admitisses que lhe pertences.”

Nem vou comentar esta conversa porque acho que ela fala por si, apenas quero dizer que a R. tem 23 anos e vai casar em Maio…

XOXO S.

P.S. Nunca deixei de publicar um comentário porque está em desacordo com o meu ponto de vista (anónimo ou não) o que eu não publico são comentários de pessoas mal-educadas que para além de me ofenderem a mim, ofendem as pessoas que me lêem e comentam, isso nunca vai acontecer e sendo assim podem poupar-se ao trabalho.

domingo, 23 de janeiro de 2011

E as palavras que mais disse hoje…

“Lamento muito, eu sei que sempre votou aqui nos últimos 40 anos mas, como foi tratar do cartão do cidadão para além de ter esperado 1h para que conseguíssemos descobrir o seu número de eleitor, que devia mas não está aí nesse lindo cartão, ainda vai ter de ir votar a outro lugar. Porquê? Pois não sei, da junta de freguesia dizem que quando actualizarem tudo você volta para aqui. Sim, sim é muito provável que lhe aconteça o mesmo nas próximas eleições e sim, tem toda a razão de estar irritada/o e com vontade de matar alguém mas, a culpa não é minha. Pois não, não vai poder votar aqui na mesma…”


Juro que em mais de 10 vezes que estive nas mesas de voto hoje foi a primeira vez que temi pela minha segurança…

XOXO S.

Se alguém não souber o que fazer ao dinheiro...

Pode ir à Chanel mais próxima e enviar aqui à menina os seguintes itens...








XOXO S.

A cair para o lado...

Dormi 3 míseras horas esta noite e o meu cérebro está a funcionar apenas a 5% o que origina uma data de acontecimentos absolutamente fantásticos...
 
1 - Tentei aquecer o pacote do leito no micro-ondas em vez de aquecer o leite na chávena;
2 - Tentei tirar um café com a máquina desligada da corrente;
3 - Entrei na banheira e não liguei a água quente.

E algo me diz que não vai ficar por aqui... estou oficialmente velha preciso dormir!

XOXO S.


sábado, 22 de janeiro de 2011

Preto mais preto não há...

No outro dia em uma troca de e-mails com a F. ela perguntou-me porque eu não tinha comprado o lápis preto da MAC da colecção Cham-Pale (o Feline) (falei aqui) e disse-me que tinha adorado, eu expliquei que como não uso nem rímel nem lápis preto no dia-a-dia achava que não valia a pena comprar para usar 2 ou 3 vezes para sair.

Mas querida como só ela enviou-me umas coisinhas para que eu possa usar só 2 ou 3 vezes para sair mas, que ela diz que são do melhor que alguma vez usou na vida e sendo assim sou agora dona do Kohl Pencil – Feline da MAC e do rímel pestanas postiças da Maybelline.


Depois de experimentar ambos posso dizer que o lápis é do melhor que já usei, na verdade acho que é o lápis mais fácil de aplicar que já tive de tão macio que é.



E o rímel é muito, muito bom também, a escova aplicadora é ligeiramente diferente...


E a F. jura que é tal e qual o Hypnose Drama da Lancome e custa metade do preço.



Tenho que dizer que se usasse rímel preto este seria sem dúvida um que ia usar muito.

Muito, muito obrigada querida.

XOXO S.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Zara minha querida Zara...

Em nome da nossa longa amizade é um de cada...








XOXO S.

Estou aqui para passar o tempo...

Ontem enquanto esperava na fila para pagar uma senhora chegou e disse assim para a empregada que estava a atender “Estou atrás desta senhora!” e apontou para a senhora à minha frente, escusado que eu fiz aquela cara de “O quê?!” e a senhora olhou para mim e disse “Está na fila?”, estive tentada a responder que estava ali de pé a segurar um cobertor só para passar o tempo mas limitei-me a um “Sim!” ao que ela disse “Ah!” e foi ver umas toalhas que estavam lá ao lado.


Assim que a senhora à minha frente pagou a mulher sai disparada do meio das toalhas e diz “É a minha vez!” e pimbas passa à minha frente. Eu até nem sou pessoa de me deixar ficar mas fiquei tão aparvalhadas que fiquei ali especada sem dizer palavra, há com cada uma…

XOXO S.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Porque é que eu tenho o melhor namorado do mundo?


Porque quando encontra estas coisas fantásticas no youtube lembra-se logo de mim… Eddie Vedder + Johnny Depp + Society (uma das melhores músicas de sempre do filme Into the wild).

Oh it's a mystery to me.
We have a greed, with which we have agreed...
and you think you have to want more than you need...
until you have it all, you won't be free.

Society, you're a crazy breed.
I hope you're not lonely, without me.

When you want more than you have, you think you need...
and when you think more then you want, your thoughts begin to bleed.
I think I need to find a bigger place...
cause when you have more than you think, you need more space.

Society, you're a crazy breed.
I hope you're not lonely, without me.
Society, crazy indeed...
I hope you're not lonely, without me.

There's those thinkin' more or less, less is more,
but if less is more, how you keepin' score?
It means for every point you make, your level drops.
Kinda like you're startin' from the top...
and you can't do that.

Society, you're a crazy breed.
I hope you're not lonely, without me.
Society, crazy indeed...
I hope you're not lonely, without me
Society, have mercy on me.
I hope you're not angry, if I disagree.
Society, crazy indeed.
I hope you're not lonely...
without me.


XOXO S.

Não olhes. Não confies. Não contes a ninguém...

Karen Rose – Não contes a ninguém, este ano está a correr muito bem no que toca a leituras, mais um livro que gostei muito.

Eu gosto muito desta escritora e já li tudo o que está publicado em Portugal dela e já falei de dois livros dela aqui e aqui, o que mais gostei neste livro foi o tema, este não é um daqueles policiais em que não fazemos ideia de quem é o assassino nem quais as suas motivações, o livro fala de violência doméstica e de um marido capaz de matar todos os que se atravessam no seu caminho.

As personagens estão bem construídas e temos um montão delas o que torna a leitura especialmente interessante, só é pena que mais uma vez este livro seja anterior a outros que já li, e como as personagens saltam de uns para os outros era bem mais interessante ler pela ordem correcta (já falei disto aqui) mais uma vez fico sem compreender o que passou pela cabeça da pessoa do circulo de leitores que tomou a decisão de publicar os livros do último para o primeiro.

Para quem ainda não leu e o quer fazer a ordem correcta do primeiro para o último é (Não contes a ninguém – O riso do assassino – Sei onde destas – O sabor da vingança – A morte chama-te – Chegou a tua hora) como saíram finalmente os 6 primeiros espero que os 5 que faltam desta colecção saiam agora por ordem.

Nota: 4/5


Sinopse:

Mary Grace Winters sabia que a única forma de ela e o filho escaparem ao marido, um agente da polícia que os maltratava, passava pela simulação das suas mortes. Agora, tudo o que resta da sua antiga vida jaz no fundo do lago... Com uma nova identidade, numa nova cidade, encontrou um refúgio a centenas de quilómetros de distância. Quase se esqueceu do pesadelo vivido há nove anos. Até resolveu tentar a sua sorte no amor com Max Hunter, um homem que também carrega as suas próprias feridas. Contudo, o marido descobre-os e, pouco a pouco, o perigo aproxima-se e ameaça tudo e todos.

XOXO S.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

São todos maus?

Eu tenho um grande amigo, que adoro do fundo do coração mas que nunca o apresentaria a uma amiga para um possível relacionamento sem a avisar de que ele é um galinha do pior.

É impressionante a capacidade que alguns homens* têm de se atirarem a tudo o que mexe, ele é o género de rapaz que envia a mesma mensagem a todas as raparigas da lista a ver qual delas morde o isco, mensagens deste género “Olá fofinha, como estás, estou a morrer de saudades tuas e estou para aqui só a pensar em ti…” ou “Estavas linda hoje, não consigo parar de pensar em ti…”.


No outro dia em conversa com amigos comuns o tema veio à baila (e não me sinto nada mal por falar disso sem ele lá porque lho digo sempre na cara) e comentámos que ele é boa pessoa mas, que isto é uma falha enorme no carácter dele. Se ele alguma vez foi infiel com uma namorada? Bem isso não sei porque ele nem as apresenta mas, não punha as minhas mãos no fogo por ele.

Mas eu não estou a escrever este post para dizer como os homens são uns filhos da mãe, estou sim a escrever para dizer que conheço muitos filhos da mãe mas, também conheço homens fantásticos que nunca fariam algo assim e que nem todos são iguais, isso é um mito enorme, existem muito bons, muito maus e assim, assim, tal como as mulheres.

XOXO S.

*Claro que também há mulheres assim.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Obrigada...

E porque existem pessoas maravilhosas por esta blogoesfera fora, e porque este blogue sem vocês não era nada, um enorme Obrigada!!!!


XOXO S.