segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Lindoooooo

Só para dizer que eu quero este vestido… quero mesmo muito este vestido! É impressionante como a Kate Winslet está sempre fantástica.



XOXO S.

Rir e mais rir...

Apesar de já estar a falar disto com algum atraso devido à confusão que tem sido estes dias, não podia deixar de falar do último filme que vi no cinema.

Confesso que o que me chamou à atenção foi a minha querida Sarah Jessica Parker e apesar de não ser um daqueles actores que adoro, também gosto do Hugh Grant, por isso lá fui eu ao cinema ver o Did You Hear About The Morgans.



Gostei bem mais do que estava à espera. Fartei-me de rir, e passei um belo bocado com o filme, a história é muito gira e não é bem o que se está à espera, superou as minhas expectativas.

Quando disse ao M. que tinha que escrever aqui sobre o filme ele disse-me o seguinte, “Não te esqueças de dizer que nas 100 falas do Hugh Grant 95 são para rir”. Escusado será dizer que o M. quase morria de rir de cada vez que ele abria a boca.

Sem ser um filme extraordinário vale bem a pena ir ver, e saímos de lá muito bem-dispostos isso é um facto.

XOXO S.

P.S. Só para o M. "So quiet I could hear my cells dividing!" ... e agora ele vai ler isto e rir durante 5min sem parar.

... Sono... muito sono...

Estou em uma fase de paragens cerebrais… sabem quando andam tão cansados que as pessoas falam e vocês ficam durante 2 minutos a processar a informação e depois respondem mentalmente? É assim que eu estou.



Ando com tanto trabalho, mas tanto trabalho que nem tenho tido tempo para dormir como deve ser. Sinto-me tão cansada que chego à cama e não consigo dormir.

Estou a poucos meses de acabar o mestrado e tenho de conciliar isso com as outras mil coisas que tenho que fazer, eu sei que no final vai valer a pena mas a verdade é que neste momento me sinto como se o mundo estivesse a desabar em cima da minha cabeça.

Depois de trabalhar o dia inteiro chego a casa e tenho ainda mais trabalho para fazer, o que me ocupa até às 2h da manha, e a minha chefe… ai a minha chefe não quer saber de como eu tenho outras coisas para fazer só quer que eu trabalhe que nem uma escrava como é meu hábito…

XOXO S.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Coisas idiotas no dentista...

Acabei de chegar do dentista, fui tratar a minha primeira cárie, enquanto estava lá de boca aberta enumerei as coisas mais idiotas que se passam no dentista.



Porque é que o dentista fala para nós quando temos a boca cheia de tralha e espera uma resposta? Será que ele acha que vamos mesmo conseguir responder ou que estamos com vontade de conversar?

Depois quando estamos anestesiados, mandam morder qualquer coisa e perguntam “Parece-lhe bem? Dói alguma coisa?” não sei se eu que sou muito burra mas estar anestesiada não significa não sentir nada?

E finalmente o pior de tudo, eu simplesmente odeio anestesia, não tenho medo de agulhas nem me custa nada o problema é o depois, neste momento estou com a boca ao lado, parece que me deu uma trombose ou que fiz uma plástica que correu muito, muito mal.

XOXO S.

E também vos pago a viagem...

Sou completamente louca pela Irlanda… tudo me atrai quando falamos da Irlanda, é a cultura, o país, os pubs, a paisagem, até mesmo o tempo…

Não sei se a culpa é dos The Corrs, dos livros da Cecilia Ahern, dos U2, dos livros da Nora Roberts que se passam lá. O que eu sei é que se pudesse mudava-me para lá sem pensar duas vezes (não é bem assim por causa dos meus papas e dos meus amigos, sim porque o M. nem tinha voto de escolha ou ia ou ia, estou a brincar).

Tenho uma curiosidade enorme de conhecer Ardmore e de ficar instalada no maravilhoso The Cliff House Hotel, se me sair o euromilhões agarro em mim e no M. e vamos passar lá um mês, é que digam lá se não é absolutamente maravilhoso?













Eu sei que eu nem faço questão de me casar mas se me sair o euromilhões, para além de passar lá um mês, agarro na família toda e caso-me lá… um casamento assim eu quero! E também vos convido a todos :P





XOXO S.

O meu Cappuccino!

“A S. faz, que eu não sei como é que ela consegue mas aquilo fica diferente quando é ela a fazer.”

E isto foi o que o meu pai disse à minha mãe hoje ao pequeno-almoço quando ela se ofereceu para lhe fazer um cappuccino.

Para além da pancada por chás eu tenho também o vício do Cappuccino, e ao fim de muitos anos de treino e de experimentar várias marcas, aperfeiçoei a técnica.

Depois de experimentar várias marcas, algumas bem mais caras, cheguei à conclusão que o que mais me agrada é o do Dia (a embalagem da foto é descafeinado porque eu não posso beber muito café e uso decaf para mim, mas o que tem cafeína é igualmente bom).




Quanto à técnica não tem muito que saber e é como todos fazem penso eu…

• Aqueço o leite (uso leite magro e não água porque gosto mais do sabor)
• Misturo no fundo do copo o conteúdo de uma saqueta com uma colher de sobremesa de açúcar amarelo (eu sei que há quem não ponha açucar mas a chávena é grande e eu gosto de coisas doces);
• Depois junto uma colher de sobremesa de leite à mistura e mexo até ficar uma pasta amarelada;
• Junto mais um pouquinho de leite e lentamente misturo com a pasta já formada até me parecer bem dissolvido e junto depois o resto do leite;
• No final quando me apetece polvilho com canela (no da foto não o fiz porque não tinha canela em casa).

XOXO S.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nunca é fácil...

Ontem recebi uma mensagem de uma pessoa que em tempos foi mesmo muito minha amiga, hoje já não é, e posso garantir aqui que a culpa não foi minha.

Andei o dia todo de ontem e o de hoje a pensar no que responder à mensagem, sabem quando as pessoas nos magoa e depois voltam como se nada tivesse acontecido? A falar para nós como falavam há mais de 6 meses atrás?



O problema é que eu sou uma lamechas, claro que não sou capaz de perdoar nem de esquecer o que se passou, mas tenho vontade, não consigo evitar. Fico aqui a torturar-me e a tentar lembrar-me dos tempos bons, de como em tempos pensei que esta amizade fosse durar para sempre.

Queria ser um pouquinho menos coração nestas coisas, queria conseguir dar aquele pontapé no “cu” quando as pessoas o merecem… e eu até dou mas queria que não me magoasse tanto, que não me deixasse em baixo e que não me levasse a pensar “e se eu perdoasse?” mas a verdade é que eu não posso perdoar quem não pediu perdão.

XOXO S.

Vestidinho dos anos 70

Sabem aquelas pessoas que gostam de moda mas não têm coragem de arriscar? Eu sou completamente o oposto. Quando gosto de uma coisa, e penso que me fica bem (digo penso porque é sempre a minha perspectiva da coisa, outras pessoas podem achar que eu fico horrível) uso e pronto, mesmo que seja um bocadinho “outside the box”.



Não tenho nem nunca tive medo de usar algo porque é demasiado extravagante, no entanto sou um bocadinho clássica na maneira de vestir. Com os meus 4/5 anos passeava pela casa com os sapatos de salto da minha mãe e aos 14 já usava os meus próprios sapatos de salto alto, mesmo quando todas as minhas tias criticavam eu nunca quis saber.

E por isso ontem quando a minha colega L. me disse que eu tinha mesmo de lhe dizer onde tinha comprado a minha saia eu muito tranquilamente respondi “Se tiveres uma máquina do tempo eu posso perguntar à minha mãe onde ela a comprou há uns 35 anos atrás”, ela ficou espantadíssima que eu usasse uma saia da minha mãe com 35 anos.

Pois bem, cheguei a casa e comentei com a minha fantástica mãe, ela disse-me que ainda tinha para ali uma gaveta cheia de roupa dessa altura e que eu devia gostar de um vestido que estava lá. Foi lá buscá-lo e claro que eu gostei dele, o padrão para a maioria das pessoas pode ser exagerado mas eu gosto e imaginei logo que o podia combinar com uns collants opacos, os meus botins cinzentos e a minha mala roxa.




E assim arranjei mais um vestidinho que agora só tem que ir à costureira para apertar na cintura e na zona do peito.

XOXO S.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Maluquices - parte 2!

E tal como eu disse no post anterior eu sou completamente maluquinha.

Eu uso no laboratório um caderno de folhas brancas para apontar os resultados experimentais e sempre que preciso de um novo, vejo-me aflita para encontrar um que tenha uma capa dura e as folhas sem linhas nem quadriculas, então acabo sempre por comprar cadernos de desenho.



Mas eu não gosto de cadernos todos pretos, então o que é que eu faço? Forro-os… compro papel que goste ou tecido e com um bocadinho de cola UHU própria para o efeito está resolvido o problema.



XOXO S.

Vogue e Chá…

Ora bem, todos temos as nossas grandes pancadas e aquelas coisas que associamos umas às outras, e vocês certamente já deram conta que eu sou um bocadinho maluquinha.

Adoro a Vogue, e eu sei que muitas pessoas pensam o mesmo que a minha prima T. “Eu não entendo porque lês essa revista, é que as roupas nem sequer são bonitas”, pois bem eu não concordo, para mim tem coisas maravilhosas e eu tiro de lá ideias absolutamente fantásticas, posso não ter dinheiro para muito do que lá está mas tenho para algumas coisas e consigo tirar ideias para compras bem mais baratinhas.



E depois vem a questão da pancada, eu leio sempre a Vogue enquanto bebo uma chávena de chá, eu adoro chá (devo ter sido inglesa em outra encarnação, ou algo assim) ando sempre a experimentar novos sabores e bebo chá pelo menos duas vezes ao dia quase todos os dias.

E agora que já sabem mais uma das minhas maluquices, não me mandem internar por favor.

XOXO S.

P.S. Adoro o de Maça e Canela que está na foto, tem um cheirinho tão, tão bom.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Não é preciso compreender, é preciso respeitar

A M. sempre quis casar e ter filhos, ambições profissionais não era com ela, até quando brincávamos com bonecos ela era a que tinha muitos filhos e tomava conta dos meus enquanto eu trabalhava e era uma empresária muito importante e bem sucedida.



Claro que a M. tirou o curso porque os pais pressionaram e casou um mês depois de o ter acabado, passado um ano já é mãe do T. e trabalha só porque precisa, quer ter um rancho de filhos e diz que tudo se cria e que só pode ser feliz assim. Se me choca? Não, nem um pouco porque ela sempre foi assim e eu não acho que devemos ser todos iguais, para mim a felicidade depende de muitos factores nomeadamente o sucesso profissional, mas isso é a minha felicidade por isso respeito que ela precise de coisas diferentes.

Não entendo muito bem o ponto de vista dela mas também não acho que tenha de o entender e contra a opinião de algumas mulheres que conheço, não acho que ela seja um mau exemplo do sexo feminino por querer a vida da minha avó e querer viver para o marido e para os filhos. Na verdade acho que a liberdade da mulher passa exactamente por escolher o que nos faz felizes.

E sabem o mais engraçado de toda esta história? Ela é muito feliz assim, provavelmente mais do que eu alguma vez conseguirei ser porque eu quero muito da vida… se por um lado não faço questão do casamento, por outro lado faço questão de um homem que me respeite, ame e trate de igual para igual, faço questão de ser bem sucedida profissionalmente, faço questão de ser cada vez melhor em tudo o que concretizo… faço questão de demasiadas coisas, quero ser a melhor mãe, a melhor companheira e ao mesmo tempo a melhor profissional do mundo.

XOXO S.

Magia... Demónios...

Ontem à noite enquanto tentava ficar de bom humor (que diga-se de passagem não resultou uma vez que hoje estou na mesma) acabei de ler o Blood Brothers da Nora Roberts, comprei toda a trilogia na FNAC por apenas 18 euros, sendo este o primeiro dos três.

Comecei a ler Nora Roberts um pouco por acidente com um livro que me foi oferecido e gostei é leve e é bom para intercalar com livros bem mais pesados, no entanto há coisa de um ano tinha deixado de ler porque andava um pouquinho farta e a achar que as histórias eram todas parecidas, o que é normal para uma escritora que publica mais de 10 livros por ano.

No entanto depois de a I. me ter oferecido no Natal um livro dela comprei esta trilogia, também em inglês, penso que ainda não foi traduzida no entanto, este primeiro livro foi uma surpresa para mim, é Nora Roberts como eu gosto mais dela no universo do fantástico, e da magia.

É talvez o livro mais distante de todos os outros que li dela, é um livro que conta com 6 personagens principais (com maior ênfase relativamente a duas delas e certamente que os outros dois livros darão mais importância às quatro que faltam 2 a 2), gostei da história o suficiente para ficar com vontade de ler os dois que faltam.



Nota: 3,5/5

Sinopse:
In the town of Hawkins Hollow, it’s called The Seven. Every seven years, on the seventh day of the seventh month, strange things happen. It began when three young boys—Caleb, Fox, and Gage—went on a camping trip to The Pagan Stone. And twenty-one years later, it will end in a showdown between evil and the boys who have become men, and the women who love them.

XOXO S.