domingo, 24 de janeiro de 2010

A torcer muito por um final feliz...

Estou aqui a pensar sobre a situação em que uma amiga minha muito querida está a passar e a tentar entender o que leva os homens a fazer determinadas coisas… o que leva alguns homens a não terem coragem de assumir algo, a enrolar a situação com medo de que se torne demasiado sério, com medo de arriscar?



Principalmente quando estamos a falar de uma mulher maravilhosa que merece muito mais do que dúvidas e medos pouco fundamentados… como eu lhe disse há pouco e como diz a Duffy na música stepping stone às vezes é preciso deixar algo bem claro “But I will never be your stepping stone, Take it all or leave me alone”…

No entanto estou aqui a esperar e a torcer para que tudo acabe bem como no filme “He’s Just Not that Into you” e que ela possa ter este género de final feliz…

Chamem-me lamechas, talvez esteja a ser um pouquinho mas espero mesmo que tudo aconteça assim e que estes finais felizes possam acontecer na vida real, eu gosto de pensar que tive o meu e espero que ela tenha o dela.

XOXO S.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Eu quero!!

Antes de sucumbir à doença chamada America’s next top model eu sofri de uma outra chamada Project Runway… e digamos que eu tinha aqueles que adorava, aqueles que gostava assim, assim e os que me davam vontade de andar nua pela rua.

Há pouco andava aqui a passear-me pela internet e encontrei uma noticia sobre o vencedor na 4ª temporada o Christian Siriano (o meu favorito era o Rami Kashou… os vestidos dele eram tão, tão lindos), então fui à procura da colecção primavera-verão 2010, e pronto é só para vos informar que apesar de o Christian não ser o meu favorito na altura eu quero estes…







XOXO S.

Tal qual uma agente do FBI

Estive aqui a pensar se devia ou não guardar esta humilhação só para mim, mas resolvi partilhar com vocês o que me aconteceu hoje.

Como uma boa menina levantei cedinho e lá fui eu trabalhar ao sábado, quando cheguei não estava lá ninguém no laboratório então com a minha fantástica chavinha abri a porta, pousei as minhas coisas na secretária e dirigi-me à bancada para começar a trabalhar.



Estava eu a pronta para começar as minhas experiências quando oiço um barulho, fiquei logo toda sobressaltada afinal estava ali sozinha, mas resolvi ignorar porque devia ser qualquer coisa no corredor ou assim. Então passados uns 30 segundos voltei a ouvir e agora sim o meu coração parecia que ia saltar do peito (TUM…TUM…TUM), saí para o corredor à procura de alguém, mas ao sábado de manhã estava completamente deserto, ainda experimentei chamar para ver se vinha alguém dos laboratórios em frente mas nada.

Voltei para dentro e comecei a pensar e agora? Estava a morrer de medo (tenho a dizer em minha defesa que o laboratório é muito grande e que podia estar perfeitamente alguém escondido na outra ponta) mas também não podia ir embora, como é que eu ia explicar à minha chefe que não tinha feito o trabalho? E enquanto estava nesta dúvida voltei a ouvir (PUMMMMMM)…

Enchi-me de coragem, e lá fui eu de micropipeta (mais precisamente essa cinzenta da foto) na mão, tal qual uma arma calibre 22, encostada às paredes como nos filmes e a espreitar a cada esquina. Mas não se via vivalma, quando eu já estava mais descansada passa-me uma coisa qualquer pelas pernas, mandei um grito (que agradeço agora não estar ninguém por perto porque tinha sido uma bela vergonha) e resolvi olhar… era um gatinho lindo preto que normalmente anda por ali e que alguém deixou lá fechado por engano.



Nesse momento desatei a rir, se vocês tivessem visto a minha figura… ai, ai… ainda bem que ninguém entrou lá durante este processo porque tinha sido uma coisa linda de se ver.

XOXO S.

E como tudo começou...

Agatha Christie – O misterioso caso de Styles.

Há muito que queria ler este livro mas nunca o tinha encontrado, estava sempre esgotado. Depois por um golpe de sorte vi que estava a sair uma colecção com os livros de Agatha Christie aos sábados com o correio da manhã e calhou logo na semana em que saiu esta fantástica obra.
Não me vou alongar sobre a minha opinião porque para mim esta é sem dúvida uma das melhores escritoras de todo o sempre e nunca li um livro dela que não tenha gostado.

A razão pela qual este é especial é porque foi o primeiro livro que ela escreveu, tinha então 30 anos e encontrava-se no final a primeira guerra mundial, na qual trabalhou como enfermeira. É o livro em que criou o detective belga Hercule Poirot, com suas prodigiosas “celulazinhas cinzentas”.

Nota: 4,5/5



Sinopse:
Uma viúva rica, Emily Inglethorp, casou com um homem vinte anos mais novo. A família pensa que ele apenas quer dar o golpe do baú… Uma noite, a velha senhora morre depois de terríveis convulsões e demonstra-se que foi envenenada com estricnina. Mas… por quem? Um misterioso testamento destruído, os cacos de uma chávena de café, uma mancha de cera e um canteiro recém-plantado com begónias… A isto se resumem os indícios, na realidade muito pouco para outro que não o genial detective Hercule Poirot.

XOXO S.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Mas é italiano ou indiano?

Acabei de chegar de um jantar de anos, o meu primo LC resolveu comemorar mais um aninho num restaurante Italiano/Indiano não sei se é só a mim que isto parece estranho, mas quando me disseram eu fiz um ar muito reprovador.



Mas confesso que apesar do aspecto muito feio da comida indiana que nós pedimos, estava muito bom, e olhem que eu nem sou muito fã de coisas com caril. Não me lembro do nome das coisas mas sei que uma delas, a que eu gostei mais, era frango com um molho de tomate, cebola, pimentos, caril, gengibre e mais umas coisas que já não me lembro e é esse que está aí na foto com um aspecto meio cor-de-laranja.

E agora devia ir dormir, que amanha vou trabalhar (vida de escrava a minha) mas estou demasiado cheia para me deitar.

XOXO S.

Eu mudei e vocês?

A N. agora tem um trabalho novo e reencontrou uma ex colega nossa dos tempos do secundário, devo já informar que é uma colega que eu simplesmente detestava, sabem aquele género de pessoas que se fazem sempre passar por coitadinhas? Que inventam mil e uma mentiras para passarem a perna aos outros?



Resumindo essa nossa colega não deixou saudades a nenhuma de nós, fiquei bastante aliviada quando deixei de ter de lidar com alguém tão mesquinho e mau. No entanto ela sempre que me vê faz uma enorme festa como se fossemos amigas intimas, que me deixa sempre a deitar fumo.

Bem o que é certo é que já se passaram uns 7 anos e nós mudamos imenso, a pessoa que eu era no secundário era bastante diferente da pessoa que sou hoje, cresci e gosto de pensar que com isso me tornei uma pessoa melhor, por isso quando a N. me ligou a contar os pormenores sórdidos sobre essa nossa ex-colega se por um lado tive vontade de rir, por outro senti pena, pena por ela não ter aprendido nada nestes últimos anos.

Isto só prova que há pessoas que simplesmente nunca vão mudar, e esta é daquelas pessoas que vai ser mentirosa, falsa, intriguista… até ao final da sua vida. E sabem o pior? É que estas pessoas por vezes conseguem mesmo fazer a vida daqueles que a rodeiam num inferno sem nunca ninguém as conseguir parar.

XOXO S.

Hunter...

Estou oficialmente vendida às galochas… ontem encomendei as minhas primeiras Hunter, agora é esperar que cheguem e esperar que ainda chova o suficiente para as puder usar este ano.



XOXO S.

Espero estar errada...

Não sei se a culpa é dos policiais se é mesmo uma característica minha, algo genético ou assim, mas, a verdade é que eu sou muito boa a captar pormenores, a perceber quando alguém me mente, me esconde algo…



Mesmo quando não consigo perceber exactamente o que está errado, eu sei que há algo de errado, isso é bom em determinados momentos mas é péssimo em outros porque me faz estar sempre desconfiada de algumas pessoas. Facilmente apanho alguém em uma mentira a questão é o querer ou não dizer que sei que me estão a mentir. Por isso há muitos anos que estabeleci uma regra, se não me afecta nem a mim nem a ninguém, finjo que acredito no que me estão a dizer.

Recentemente apercebi-me durante uma conversa com uma pessoa que ela me estava a mentir e comecei a juntar pequenas observações e cheguei a uma teoria que a se provar verdade é bastante grave. Por isso enquanto oiço o M. dizer que eu às vezes me deixo levar por este meu 6º sentido em demasia e que nem tudo o que parece é, aguardo pacientemente e com uma enorme esperança de estar errada os novos desenvolvimentos.

Como eu gostava de ser uma daquelas pessoas distraídas que nunca dão conta de nada do que se passa à sua volta.

XOXO S.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Aiiiiiii

Eu sei que não devia, eu sei que me faz mal, eu sei que não resolve o facto de eu estar cansada e sei ainda que não resolve os problemas todos… mas soube tãoooooooo bemmmmmm….



XOXO S.

E quando eles são muito mais inteligentes que nós?

Todos os que me conhecem já me ouviram dizer mais que uma vez que não faço muita questão de casar e tal… quando eu e o M. começamos a namorar ele sempre deu mais importância a isso que eu e de certa forma eu sabia que era importante para ele, não imprescindível mas importante.



Agora vou reproduzir uma conversa que prova que ele é muito mais inteligente que eu nestas coisas.

S. (a observar uma montra de uma ourivesaria e a comprovar que não gostava de nenhum anel de noivado)
M. Não sei porque paras aqui se nunca gostas de nada.
S. Porque nunca se sabe quando posso gostar de algum (pausa) vá quando me pedires em casamento eu deixo-te por em um joelho desde que ninguém veja.
M. Eu já não quero casar.
S. Então?
M. Oh com as tuas coisas todas já não tenho vontade, antes tinha agora já não.
S. Estás então a querer dizer que eu que te tirei a vontade de querer casar?
M. Não, mas tu agora queres casar é?
S. Não!
M. Então que diferença é que faz se eu quero ou não quero casar?
S. Oh não é isso, mas assim quem me vai dar um anel?
M. Eu dou-te o anel na mesma.
S. Mas um anel de noivado não é para ser dado assim.
M. Mas se tu não queres casar que diferença que faz?
S. Nenhuma mas se um dia me pedires em casamento depois desta conversa digo que não.
M. Mas eu não vou pedir, não queres casar, não te vou pedir em casamento. Não estou a perceber qual é o problema, tu afinal queres casar gostas é de dizer que não.
S. Não é nada disso, mas quero um homem que tenha coragem e que goste de mim o suficiente para me pedir em casamento mesmo sabendo que eu posso dizer que não!

Escusado será dizer que o M. já estava a rebolar a rir por dentro há uns bons 5 minutos com esta vitória.

XOXO S.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Porque o que importa é ser feliz...

Apesar do pouco tempo ontem consegui finalmente acabar o livro da Julie Powell – Julie e Julia que já falei aqui. A única coisa que posso dizer é que é muito bom ler algo tão inspirador e tão bem escrito.

Gostei mesmo muito, apesar de já saber algumas coisas (pois vi o filme) penso que neste caso uma coisa não invalida a outra uma vez que a história do filme, para além de muito reduzida está bem mais romanceada.

A julie é uma mulher como muitas de nós, infeliz com o trabalho e com o rumo que a sua vida tomou, então quando se aproxima dos 30 anos resolve fazer algo para mudar isso, e mesmo que fazer 524 receitas em um ano e embora escrever um blogue sobre isso não pareça um grande feito muda completamente a sua vida e dá-nos a todos, esperança de fazer o mesmo.

Nota: 4,5/5


Ao contrário do que faço desta vez não vou por a sinopse porque já falei dela aqui. Então vou transcrever uma passagem do livro que acho absolutamente magnífica.

" Julia ensinou-me o que é preciso para encontrar o nosso rumo no mundo. Não é aquilo que eu pensava que era. Pensava que tinha tudo a ver com confiança, vontade ou sorte. Não há dúvida de que é muito bom, se tivermos tudo isso. Mas há outra coisa, algo de onde derivam essas qualidades.

É a alegria.

Eu sei, eu sei – é uma palavra abnóxia, não é? Só digitá-la no teclado deixa-me retraída. Faz-me pensar em cartões de Boas-Festas ou em mulheres de sessenta e tal anos, com chapéus roxos, estilo New Age. E, no entanto, é a melhor palavra que consigo encontrar para a satisfação arrebatada, quase violenta, que encontramos no texto do primeiro livro de Julia. Leio as suas instruções para fazer molho bechamel e aquilo que transparece é que há uma mulher que encontrou o seu rumo.

(…)
Levei muito tempo a perceber, mas aquilo que me atraía no MtAoFC era o cheiro a esperança nele entranhado e a descoberta da realização. Pensei que estava a usar o livro para aprender a cozinhar comida francesa, mas, na verdade, estava a aprender a farejar as portas secretas da possibilidade.

Às vezes, se quiserem ser felizes, têm de fugir para Bath e casar com um punk rocker. Às vezes, têm de pintar o cabelo de azul-cobalto, ou vaguear por ilhas romotas, na Sicília, ou cozinhar todas as receitas de Mastering the Art of French Cooking num ano, sem uma boa razão para isso. Julia ensinou-me isso."

XOXO S.

too much?


Hoje quando fui tomar o pequeno-almoço estava na mesa ao lado uma mulher pelos seus 30 anos, um cabelo muitíssimo bem arranjado, uns sapatos lindíssimos e um fato de mini-saia e casaco bastante bonito, no entanto algo estava errado com toda aquela indumentária.

Ainda fiquei durante um bocado a pensar no que seria e não consegui chegar a um só motivo, penso que era o conjunto que não funcionava. O que me fez pensar que há por aí pessoas com muitíssimo bom gosto e que depois não sabem como combinar as peças que têm em casa.

Na minha opinião o excesso de maquilhagem também não ajudava e o tamanho mínimo da saia também não (não me interpretem mal eu penso que quem tem a sorte de ter as pernas da senhora as pode mostrar à vontade, mas uma saia de fato mínima aos 30 anos com uns collants daqueles normais não gosto de ver), mas o que estava errado era muito mais que isso, era a ideia de que ela se estava a esforçar demasiado.

Acho que nunca é boa ideia misturar todas as peças que chamam à atenção de uma só vez e sair de casa assim. Gosto mesmo muito mais de ver apenas uma coisa que me chame à atenção, ou uma peça de roupa, ou os sapatos, ou a maquilhagem, ou o cabelo…

XOXO S.